Mobilidade urbana e autonomia feminina: a bicicleta como ferramenta de emancipação nas periferias brasileiras.
Você sabia? Mulheres ainda pedalam 37% menos que homens, revelando uma desigualdade estrutural no acesso ao transporte.
Para muitas mulheres, a bicicleta encurta distâncias e oferece independência frente ao transporte público ineficiente.
O lado sombrio: 65,7% das ciclistas em grandes centros já sofreram assédio. A insegurança física é uma barreira real.
Apesar dos desafios, a participação feminina cresce. Elas já representam 25% dos inscritos em grandes eventos esportivos.
Educação transforma: projetos como o 'Viver de Bike' elevaram a participação feminina de 30% para 50% em cursos de mecânica.
Capacitação técnica, gestão financeira e segurança: o caminho para que mais mulheres ocupem as ruas com liberdade.
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