Sul com alerta de tempestade, Centro-Oeste e Nordeste com seca. O Brasil vive um desequilíbrio climático sem precedentes nesta semana.
Não são anomalias isoladas, mas sintomas agudos das mudanças climáticas. A inação tem custos econômicos e sociais profundos para todos.
No Sul, chuvas volumosas e ventos fortes trazem risco de alagamentos e deslizamentos. Infraestruturas urbanas e rurais são testadas ao limite.
Centro-Oeste e Nordeste enfrentam seca prolongada, baixa umidade e risco de incêndios florestais. Ameaça à segurança hídrica e produção agrícola.
Essa dicotomia não é "clima normal". Eventos extremos aumentaram 30% em 2 décadas, diz IPCC. Quem ganha com essa negação?
Evitar a conexão com a crise climática transfere o ônus e os prejuízos para o cidadão comum e o erário público. A conta dos extremos é alta.
Há urgência de estratégias nacionais de adaptação e mitigação. Nossas abordagens governamentais e empresariais atuais são eficazes para um futuro incerto?
O custo da inação climática é real e nos afeta a todos. Mudar é preciso, e a hora de agir é agora.
Aprofunde-se neste assunto em nosso blog.